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Todas as informações atualizadas estão agora no site: www.catsittermeusbigodes.com.br visite-nos!
(51) 989040550

Cat sitter é um novo conceito de serviço personalizado para você e seu gato. Trata-se de uma babá de gatos que, enquanto você viaja, vai a sua casa e cuida das necessidades do seu mimoso.
A idéia deste serviço "nasceu" depois de ter passado várias vezes pela dificuldade por não ter uma pessoa ideal para cuidar dos meus filhotes. Assim, resolvi oferecer um serviço diferenciado de cat sitter para gateiros que, assim como eu, preferem alguém que ame gatos e conheça bem seu comportamento para cuidar dos pequenos em momentos de ausência. Atendo na cidade de Porto Alegre/RS.


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sábado, 16 de março de 2013

Qual bicho de estimação é mais caro manter, gato ou cachorro?


No que diz respeito às despesas fixas básicas para cuidar bem de um mascote, é mais dispendioso ter um cachorro do que um gato.
Os gastos mensais aproximados são os seguintes:
 CACHORRO (de tamanho médio, pesando entre cinco e dez quilos)
- ração: de R$ 40 a R$ 70
- biscoito: R$ 40
- banho e tosa: R$ 150
- tapete higiênico: entre R$ 80 e R$ 120
- consulta veterinária*: de R$ 6 a R$ 17
- tratamento periodontal**: de R$ 33 a R$ 84
TOTAL: de R$ 316 a R$ 397, subindo para até R$ 481 na velhice do cão
GATO- ração: de R$ 32 a R$ 68
- patê: R$ 30
- biscoito: R$ 15
- areia higiênica: de R$ 30 a R$ 80
- consulta veterinária*: de R$ 6 a R$ 17
- tratamento periodontal**: de R$ 33 a R$ 84
TOTAL: de R$ 113 a R$ 210, podendo chegar a R$ 294 na velhice do felino

*preço do check-up anual dividido por doze, para permitir uma estimativa mensal
**só quando o bichinho fica mais velho
Todos os valores foram pesquisados em pet shops da capital paulista em novembro de 2010
O volume de despesas é maior para o cachorro, mas o proprietário do gato investe mais no seu bichinho. Compra o arranhador mais caro, enche a casa de acessórios”, nota Carla Alice Berl, veterinária e diretora do hospital e loja Pet Care, de São Paulo.  
Alguns supérfluos realmente podem ser eliminados. Brinquedos, por exemplo. Para se divertir, o felino gosta mesmo de uma bolinha de papel e de um cadarço de tênis. É suficiente”, defende Glória Linares, dona de onze animais e vice-presidente da Amacoon (associação que reúne os criadores profissionais de gatos da raça Maine Coonm no Brasil).
Mas com determinados itens não dá para economizar, nem os donos de cães nem os apreciadores dos felinos.
Alimentação, por exemplo. “As rações para gatos ruins contêm carboidrato demais, o que leva os felinos a desenvolverem diabetes. Para os cães, as conseqüências são obesidade e excesso de fezes”, explica Carla.
Deixar de visitar o médico quando o animal apresenta algum sintoma pode fazer com que um problema simples vire crônico, inclusive diminuindo o tempo de vida do mascote. “Os cuidados preventivos são essenciais”, frisa a veterinária.
A areia sanitária e o tapetinho que os bichos usam para fazer as suas necessidades dentro de casa também precisa ser de boa qualidade, do contrário serão ineficientes.
Ter um plano de saúde para os animais ajuda a manter esse tipo de gasto sob controle. “E eu faço uma poupança destinada a cobrir despesas emergenciais. Deposito um pouco a cada mês por gato –quando acontece uma emergência, essa reserva se esgota num instante”, ensina Glória.
fonte: http://colunistas.ig.com.br/seudinheiro/2010/11/20/qual-bicho-de-estimacao-e-mais-caro-manter-gato-ou-cachorro/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Ter um animal de estimação é tudo de bom!

Matéria da Zero Hora:

Ter um animal de estimação aumenta sobrevida de pacientes com doenças crônicas

Pesquisadores japoneses descobriram que o ritmo cardíaco de donos de pets varia menos

foto:Zero Hora


Portadores de doenças crônicas que possuem mascotes parecem ter corações mais saudáveis do que aqueles que vivem sem um animal de estimação seja de pêlos, penas ou escamas, diz um novo estudo japonês. Na pesquisa publicada no American Journal of Cardiology, os cientistas que estudaram quase 200 pessoas descobriram que aqueles que tinham um pet contavam com mais variabilidade do ritmo cardíaco do que os que não tinham um animal.

Isso significa que seus corações respondem melhor às exigências das mudanças corporais, como bombear sangue mais rapidamente em situações de estresse. Uma variabilidade reduzida está associada ao maior risco de morrer por problemas do coração.

— Entre os pacientes com doença coronária, os donos de mascotes mostram uma sobrevida um ano maior do que os que não têm bichos — diz o autor, Naoko Aiba, da Universidade de Kitasato, no Japão.

No estudo, a equipe avaliou 191 pessoas com diabetes, pressão arterial elevada ou colesterol alto durante 24 horas usando um monitor cardíaco durante todo o tempo. A faixa etária estava entre 60 e 80 anos. Os pesquisadores também perguntaram sobre as atividades diárias e sobre se tinham ou não animais domésticos. Nos donos de pets, cerca de 5% das batidas do coração diferiam em 50 milésimos de segundo em extensão, contra 2,5% dos que não tinham animais. Isso significa que o ritmo cardíaco mudava menos.

Até agora, não se sabe o que causa a diferença. Pode ser em função dos animais, ou pode ser que haja diferenças entre os que escolhem ter pets e os que não querem bichos.

— Suponho que os mascotes são uma forma de apoio social, e por isso reduzem o estresse e podem satisfazer algumas necessidades de companhia — afirma Judith Siegel, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, que não participou do estudo.


fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2012/02/ter-um-animal-de-estimacao-aumenta-sobrevida-de-pacientes-com-doencas-cronicas-3677343.html

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Comemoração - Dia mundial do gato

Polônia celebra "dia mundial do gato" com guerra gigante de novelos de lã


Amantes de gatos participaram de brincadeira em Varsóvia.Elas 'imitaram' os felinos diante do Palácio Real da capital polonesa.

Apaixonadas por gatos fazem uma  'guerra de novelos de lã' gigante em frente 
ao Palácio Real nesta quinta-feira (17) em Varsóvia, capital da Polônia. (foto: G1) 




A brincadeira marcou o Dia Mundial do Gato, celebrado nesta quinta. (foto: G1)


Adotar é tudo de bom!

foto: lisa roos fotografia
"Adotar é um ato de amor.

Todos os anos centenas de animais são jogados nas ruas, e, se não encontram um dono, morrem em menos de um ano, de doenças, atropelamento, ou vítimas da maldade humana.
Adotar um gato é ainda melhor do que comprá-lo. Fazendo isso, você contribuirá para diminuir o número de animais abandonados nas ruas. E estará dando um exemplo a seus filhos e amigos, incentivando-os a ver o animal como um ser vivo que merece carinho e respeito, e não como um objeto descartável de consumo.
Ter animais em casa traz felicidade.
Pessoas que têm animais são mais satisfeitas com a vida, e mais ajustadas. São menos propensas ao stress e expressam melhor seus sentimentos. Falam com seus animais quando deprimidos e confiam-lhes todos os segredos. Sua fidelidade e amor incondicionais ajudam a nos conhecer melhor. Conviver com os animais nos torna mais humanos.
Os animais nos tornam pessoas melhores, mais tolerantes e sensíveis, mais apaixonadas e esperançosas. 
O amor pelos animais faz crescer em todos nós o entusiasmo pela vida."

Trechos do texto de Claudia Porto do site http://gatosdorio.sites.uol.com.br/porqueadotar.htm